Quando se trata de corrente elétrica estaremos nos referindo a partículas tão minúsculas ao qual devem ser representadas por uma unidade quantitativa com o objetivo detornar possível a sua manipulação matemática. Para que isto ocorra um certo número de elétrons será representado pela unidade Coulomb.
Esta unidade equivale à quantidade de 6,28 x 10E8 elétrons. Veja que estamos lidando com uma dimensão na casa de 18 dígitos o que tornaria difícil de ser trabalha em cálculos matemáticos.
A corrente elétrica é expressa por uma unidade denominada de Ampères e determina aproximadamente a quantidade de elétrons em Coulomb (6,28 x 10E18 elétrons) que passam por segundo em um condutor, uma corrente I será então igual a.
I = Q / t
Onde:
Q – Carga elétrica em Coulomb (C).
I – Intensidade da corrente elétrica em Ampères (A).
t = Tempo em Segundos (S).
Quando dois pontos de um circuito fechado estão com níveis de tensões diferentes, diz-se que existe uma diferença de potencial entre eles (ddp). Esta ddp é capaz de fazer com que uma corrente elétrica flua sobre esses dois pontos. Quanto maior é a corrente em àmperes ou a diferença de potencial aplicada, maior é o trabalho elétrico realizado. Este trabalho é determinado pela fórmula abaixo:
W = E . Q
Onde:
W = Trabalho elétrico realizado em Joules (J).
E = Tensão em Volts (V).
Q = Carga elétrica em Coulombs (C).
Substituindo a penúltima fórmula na fórmula anterior, teremos:
W = E . I . t
W = P . t
P = W / t
Onde:
P = Potência em Watts.
W = Energia em Joules (J).
t = Tempo em Segundos (S).
I = Corrente em àmperes (A).
A potência P será a energia W gasta por segundo. Considerando uma carga R alimentada por uma bateria de tensão E, a potência dissipada pela resistência poderá ser calculada por uma das seguintes fórmulas.
P = E . I
P = E / R
P = IE2 . R
Onde:
P = Potência dissipada em Watts (W).
E = Tensão em Volts (V).
R = Valor da resistência do circuito em Ohm (W).
I = Corrente em Ampères (A).
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