Os transformadores são formados de dois ou mais enrolamentos de fios esmaltados sobre um núcleo de algum material ferromagnético ou até mesmo de ar.
Abaixo algumas de suas simbologias:
Um dos enrolamentos isolado é o primário, onde a tensão de entrada é aplicada. Através de indução magnética produzida pela corrente alternada, uma tensão surge no enrolamento secundário, esta tensão no secundário vai depender diretamente da relação de espiras do transformador Ns / Np.
Em um transformador ideal, a potência desenvolvida em seu primário é igual a potência no secundário, conforme a relação abaixo:
Onde:
Ep = Tensão aplicada no enrolamento primário em volts (V).
Es = Tensão do enrolamento secundário em volts (V).
Ip = Corrente que circula no enrolamento primário (A).
Is = Corrente que circula no enrolamento secundário (A).
Np = Número de voltas do enrolamento primário.
Ns = Número de voltas do enrolamento secundário.
A tensão no secundário de um transformador em função da tensão no primário será igual a:
A tensão que aparecerá no secundário é, portanto, uma função da relação de espiras do transformador Ns/Np.
Também pode ser utilizado como casador de impedância, onde uma carga localizada no seu secundário, é vista refletida em seu primário, ou vice-versa. Abaixo a fórmula de reflexão de impedância num transformador:
Onde:
Zp = Impedância do primário em ohm (Ω).
Zs = impedância do secundário em ohm (Ω).
Np = Número de espiras do enrolamento primário.
Ns = Número de espiras do enrolamento secundário.
Aproveitando esta característica de casador de impedância, os transformadores são utilizados em circuitos de saída de áudio, onde uma impedância de maior valor na saída do amplificador é casada com uma de menor valor, na excitação de altos falantes de baixa impedância.
Abaixo circuito de um receptor de rádio, onde o transformador de radiofrequência providencia o casamento de impedância da antena, na ordem de 50 Ω, com a impedância de entrada da base de um transistor da ordem dos KΩ.








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